Recentemente desembocou no Congresso um projeto de lei de iniciativa popular que exige o estabelecimento do critério “ficha limpa” para todos os candidatos que disputam cargos públicos. O movimento reuniu 1,3 milhão de assinaturas de brasileiros favoráveis à proposta e impede que candidatos com problemas na Justiça participem de disputa eleitoral.
Diz o art. 61, §2º da Constituição Federal de 1988:
"§ 2º - A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles".
O Brasil não aguenta mais a maquiavélica falta de ética na política brasileira -- até mesmo antes da posse no cargo eletivo. Quem duvida que já passou da hora.
Vejam só: a Constituição fala em 1% (um por cento) do eleitorado nacional, mas distribuído por 5 (cinco) Estados, com não menos de 3 demicos por cento (0,3%) dos eleitores de cada um destes Estados: parece pouco, mas só veremos que é muita gente quando tentarmos trazer esta experiência para o nosso projeto da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA.
Logo, logo estaremos mobilizando um abaixo-assinado, mas precisamos, antes, estruturar nossa bases. E depois pressionar nossos parlamentares em Brasília para fazer tramitar o projeto de lei, e não arquivá-lo, com isto contrariando os anseios de toda a população amazônida.
Aguardo comentários.
Mário Barbosa.
Diz o art. 61, §2º da Constituição Federal de 1988:
"§ 2º - A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles".
O Brasil não aguenta mais a maquiavélica falta de ética na política brasileira -- até mesmo antes da posse no cargo eletivo. Quem duvida que já passou da hora.
Vejam só: a Constituição fala em 1% (um por cento) do eleitorado nacional, mas distribuído por 5 (cinco) Estados, com não menos de 3 demicos por cento (0,3%) dos eleitores de cada um destes Estados: parece pouco, mas só veremos que é muita gente quando tentarmos trazer esta experiência para o nosso projeto da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA.
Logo, logo estaremos mobilizando um abaixo-assinado, mas precisamos, antes, estruturar nossa bases. E depois pressionar nossos parlamentares em Brasília para fazer tramitar o projeto de lei, e não arquivá-lo, com isto contrariando os anseios de toda a população amazônida.
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Mário Barbosa.
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