Hollywood é um distrito da cidade de Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos da América, notável pela concentração de inúmeras empresas ligadas à indústria cinematográfica e delas dependentes. [Wikipédia]
Las Vegas é a maior cidade do Estado americano de Nevada e famosa por ter os cassinos mais imponentes do mundo como o Stratosphere, Treasure Island, The Venetian, Paris, Bellagio, MGM Grand, Monte Carlo, New York, New York, Luxor, Mandalay Bay, Excalibur só para citar alguns. [Wikipédia]
Disneylândia é um dos principais parques temáticos dos Estados Unidos. Situa-se em Anaheim, no condado de Orange (Califórnia), uma cidade vizinha do município de Los Angeles. [Wikipédia]
No Brasil, entre as cidades planejadas, temos Palmas (TO) e principalmente Brasília (DF). Esta se especializou em ser a capital do Brasil. Ainda em terra tupiniquim, lembros da cidade do Rio de Janeiro, especializada tráfico (de drogas e de entorpecentes), assalto, sequestro-relâmpago e outras modalidades de crime.
Com estes exemplos podemos ver que aos homens e mulheres da Amazônia nos falta criatividade para também construir nossas cidades especializadas.
E este blog é voltado especificamente para a divulgação do projeto de criação da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA.
Nada mal! Já é um grande começo. Estamos procurando o que já deveria nos ser dado pelo governo sem nada pedir em troca: educação. Enquanto em cidades de outros países, como Las Vegas, Hollywood e Disneylândia já se podem dar ao luxo de consumir serviços de lazer, aqui na Amazônia queremos algo mais comezinho, básico: conhecimentos.
Espero que estas comparações que estabeleci acima sejam úteis para aguçar ainda mais a nossa criatividade quando o assunto for o projeto da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA.
Mário Barbosa.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
ASSINATURAS E ANSEIOS POPULARES
Recentemente desembocou no Congresso um projeto de lei de iniciativa popular que exige o estabelecimento do critério “ficha limpa” para todos os candidatos que disputam cargos públicos. O movimento reuniu 1,3 milhão de assinaturas de brasileiros favoráveis à proposta e impede que candidatos com problemas na Justiça participem de disputa eleitoral.
Diz o art. 61, §2º da Constituição Federal de 1988:
"§ 2º - A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles".
O Brasil não aguenta mais a maquiavélica falta de ética na política brasileira -- até mesmo antes da posse no cargo eletivo. Quem duvida que já passou da hora.
Vejam só: a Constituição fala em 1% (um por cento) do eleitorado nacional, mas distribuído por 5 (cinco) Estados, com não menos de 3 demicos por cento (0,3%) dos eleitores de cada um destes Estados: parece pouco, mas só veremos que é muita gente quando tentarmos trazer esta experiência para o nosso projeto da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA.
Logo, logo estaremos mobilizando um abaixo-assinado, mas precisamos, antes, estruturar nossa bases. E depois pressionar nossos parlamentares em Brasília para fazer tramitar o projeto de lei, e não arquivá-lo, com isto contrariando os anseios de toda a população amazônida.
Aguardo comentários.
Mário Barbosa.
Diz o art. 61, §2º da Constituição Federal de 1988:
"§ 2º - A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles".
O Brasil não aguenta mais a maquiavélica falta de ética na política brasileira -- até mesmo antes da posse no cargo eletivo. Quem duvida que já passou da hora.
Vejam só: a Constituição fala em 1% (um por cento) do eleitorado nacional, mas distribuído por 5 (cinco) Estados, com não menos de 3 demicos por cento (0,3%) dos eleitores de cada um destes Estados: parece pouco, mas só veremos que é muita gente quando tentarmos trazer esta experiência para o nosso projeto da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA.
Logo, logo estaremos mobilizando um abaixo-assinado, mas precisamos, antes, estruturar nossa bases. E depois pressionar nossos parlamentares em Brasília para fazer tramitar o projeto de lei, e não arquivá-lo, com isto contrariando os anseios de toda a população amazônida.
Aguardo comentários.
Mário Barbosa.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
UFOPA x Cidade Universitária
No exato momento em que estamos aqui envidando todos os esforços para ver construída a CIDADE UNIVERSITÁRIA DA AMAZÔNIA na cidade de Anapu (ou outra que se mostrar mais adequada), o Senado acaba de aprovar o projeto de lei que prevê a construção da UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ (UFOPA), que terá sede em Santarém.
Carlos Maneschy deu "graças a Deus", porque se trata de um custo a menos para a instituição que ele, na condição de reitor, pilota: a Universidade Federal do Pará (UFPA).
Carlos Maneschy deu "graças a Deus", porque se trata de um custo a menos para a instituição que ele, na condição de reitor, pilota: a Universidade Federal do Pará (UFPA).
O senador Flexa Ribeiro e o deputado federal Lira Maia ficaram exultantes - com razão ou sem razão.
A questão para nós é que a construção da Cidade Universitária da Amazônia, por nós idealizada, PODE AGORA FICAR COMPROMETIDA, já que o governo gastará milhares de reais para ver implementada a UFOPA.
Más alguém preisa lembrar o público de que a OAB de Santarém queria ver fechada a UFPA daquela linda cidade, até então a mais expressiva da região Oeste do Pará. E por quê? Por causa do histórico sucateamento de que é vítima a educação no Estado do Pará, principalmente em sua porção Oeste.
A governandora paraense Ana Júlia Carepa tentará usurpar para si os louros desta vitória da UFOPA. Que ninguém duvide disso. Trata-se de um fruto amadurecido no governo dela, mas legitimado pelos anseios de vários anos. Então, a vitória do ideal da educação convém à Petista que quer ver seu mandato renovado no ano que vem (2010).
Diante deste quadro em que políticos pousaram como salvadores da educação, SÓ NOS RESTA CONTINUAR LUTANDO PARA VER CONSTRUÍDA a Cidade Universitária da Amazônia, já que uma simples universidade nova é apenas uma fração do que a historicamente esquecida região Oeste do Pará merece.
Diante deste quadro em que políticos pousaram como salvadores da educação, SÓ NOS RESTA CONTINUAR LUTANDO PARA VER CONSTRUÍDA a Cidade Universitária da Amazônia, já que uma simples universidade nova é apenas uma fração do que a historicamente esquecida região Oeste do Pará merece.
Os "políticos" têm destas coisas: quando a sociedade começa a se mobilizar por melhorias, dá um pequeno presente para que ela se contente e nada mais faça.
Mário Barbosa.
Mário Barbosa.
domingo, 18 de outubro de 2009
PETRÓLEO E CIDADE UNIVERSITÁRIA
Atualmente tramitam no Congresso projetos de lei cuja preocupação é a melhor forma de destinação das receitas provenientes do petróleo recém-descoberto na camada pré-sal, situada no Litoral Brasileiro.
Uma das mais expressivas propostas é justamente aplicar as receitas em investimentos fortíssimos na educação dos brasileiros.
Não podemos deixar de acompanhar esta discussão, vez que se trata do futuro do país e, portanto, do futuro de nossos filhos e netos.
Poderíamos, por exemplo, pedir aos parlamentares de Brasília que apreciem a nossa proposta de construção da CIDADE UNIVERSITÁRIA DA TRANSAMAZÔNICA, cuja preocuapção é, logicamente, de política pública educacional.
Gostaria de ler os comentários dos visitantes deste Blog a respeito deste assunto.
Mário Barbosa.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
CIDADE UNIVERSITÁRIA - POR QUE EM ANAPU?
Muitas pessoas estão visitando nosso perfil no Orkut (Cidade Universitária da Transamazônica) e perguntando porque optamos pela cidade de Anapu, da região da Transamazônica (BR-230).
Boa pergunta: por que a cidade de Anapu?
Para mim, tudo parece óbvio, mas para outras pessoas, não. No primeiro "post" que fiz a este blog comentando isto, fui bastante breve ao responder a pergunta dos nossos interlocutores, mas agora pretendo ser mais analítico e demorado na resposta, para que ela seja a mais completa possível.
Inicialmente, lembre-se que dois amigos e eu fizemos uma pesquisa com 200 professores da região da Transamazônica e a maioria deles recomendou que fosse uma cidade situada bem no meio da rodovia Transamazônica (BR-230). Esta foi a principal recomendação, entre tantas outras. 127 idicaram Anapu e 56 indicaram Brasil Novo. Os demais votos ficaram pulverizados com indicações de outras cidades. Um deles indicou Xambioá, como se fosse um município do Pará.
Lógico que precisamos de outras pesquisas. Mas isto não impede o início de nossos trabalhos de arregimentação de pessoas e articulações políticas. Então, de início, acreditamos que a indicação de Anapu e Brasil Novo é porque são cidades pequenas, com infra-estrutura modesta, mais fácil, portanto, de ser modelada aos interesses universitários.
Não se pode esquecer que Anapu será o perímetro urbano mais próximo do local de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Ou seja, é a que mais sofrerá com as pressões demográficas de milhares de pessoas que virão para a região somente para tentar conseguir um emprego, direto ou indireto, em função da obra. Deste modo, ao nosso sentir, é Anapu que precisará de maiores investimentos por parte do poder público.
Algumas pessoas nos disseram que só fato de Anapu ter sido palco da morte da missionária católica Dorothy Stang em 2005 já é argumento suficiente para sensbilizar o povo e a classe política para nossa causa. Todavia, não queremos tirar proveito da lembrança deste malsinado fato, para depois não sermos intitulado de oportunistas. Não acho que a associação de fatos será bem-vinda ou bem-sucedida. Seria como usar o Atentado de 11 de Setembro para fazer terror ambientalista (foi exatamente isto que aconteceu recentemente. Pra saber mais, cliquem aqui). Fora tudo isso, lembremos que a transição de Dorothy para o Além provocou muito sofrimento a nossa região, sitiada por 2.000 soldados do Exército a mando do governo Lula, que, logo em seguida, baixou o tal "pacote verde", cujos efeitos são sentidos pelas empresas da região até hoje. E o pior é má-fama de terra sem lei e de pistoleiros. Não. Definitivamente, esta associação de fatos não é bem-vinda, no que pesem estes ou aqueles méritous ou deméritos da missionária na região.
No mais, lembremos que não adianta brigarmos agora para saber se a tal cidade universitária tem que ser em Anapu, Brasil Novo, Pacajá ou qualquer outra cidade, afinal, como brigar pela primeira ou segunda classe a ocupar no trem se ele sequer está nos trilhos. Ou seja, precisamos somar forças é para, em uníssono, conquistarmos o interesse da classe política em ver esta cidade construída e só depois decidirmos o local exato dela. Aí, sim, com o trem nos trilhos e já na iminência de partir da estação é que devemos sortear quem vai, afinal, na primeira ou na segunda classe.
Não apoiar o projeto de criação da cidade universitária somente porque a principal candidata é Anapu é uma posição bairrista e que pode inviabilizar todo o projeto. Para quem duvida, basta lembrar que a região da Transamazônica seria bem mais desenvolvida se no ano eleitoral o povo se unisse e lançasse apenas um nome para representá-lo. Mas não: quase duas dezenas de aventureiros lançam suas candidaturas e, com os votos pulverizados, ninguém se elege. E assim a região ou fica sem representação política ou fica com uma representação insuficiente. E assim a nossa sorte será decidida por políticos de outras regiões e esta "sorte" quase sempre é do abandono. "Se os bons se omitem, os maus tomam conta", é uma máxima que continua vigorando.
O que ninguém pode ignorar, jamais, é que uma cidade universitária em Anapu beneficiará toda as regiões paraenses, inclusive de outras parte do Brasil, inclusive ainda a Região Metropolitana de Belém, vez que provocará no Estado do Pará uma redistribuição de vagas disponíveis no ensino superior a todos os jovens alunos egressos do ensino médio de todos os anos e todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Construída a Cidade Universitária da Transamazônica, talvez os anseios separatistas da região da Transamazônica e do Oeste do Pará como um todo podem arrefecer (esfriar), pois assim o povo em questão se sentirá menos injustiçado com a distribuição de investimentos. Esta sensação de justiça, menos que muito tênue, foi sentida quando o então governador Simão Jatene inaugurou em Altamira o Hospital Regional da Transamazônica. Foi realmente um sentimento de que finalmente estávamos recebendo nossa merecida recompensa.
Um governante dotado de sensibilidade sabe fazer esta leitura da psiquê coletiva.
OBS: Nos próximos "posts" submetidos a este blog trataremos de outros assuntos ligados direta ou indiretamente ao Projeto da Cidade Universitária da Transamazônica. Destes assuntos aguardamos os sinceros comentários por parte dos visitantes deste Blog.
Mário Barbosa.
A CIDADE QUE QUEREMOS
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